aqui pelo campo

Há coisas bem melhores para a frente do que aquelas que deixamos para trás

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Acordei com o sol a bater-me na cara como há muito não acontecia. Sair da cama foi um rol de brincadeiras e risota, e o dia começou com uma magnifica caminhada até me encostar a um muro a olhar uma paisagem sem fim onde só o silencio vencia o cantar dos passarinhos, ecoado por algumas galinhas aqui e ali. Na sequência do post anterior hoje venho aqui enaltecer as qualidades de viver fora dos grandes centros porque hoje apercebi-me realmente do seu valor.  Fui levar o meu A. mais novo a uma audição que lhe pode vir a valer um lugar no coro dos pequenos cantores da região. Além do local (casa da juventude) ter umas óptimas infra-estruturas, a forma como as pessoas encaram a musica nesta aldeias é de facto de louvar. Pelo menos a musica, sendo que as bandas aqui são muitas vezes internacionalizadas. O nervosismno era patente em meninos na casa dos 9 anos e muito giro de ver. Prova feita, fomos comemorar com uns macarrons a uma pastelaria também ela belíssima na qualidade, sendo que o seu fundador é formado lá fora e os seus bolos reconhecidos internacionalmente já lhe valeram muitos prémios. Saímos do lanche e entramos na igreja matriz onde a força das imagens das igrejas de terras pequenas é sempre poderosa. A igreja vazia, de portas abertas ao mar tocava musica de fundo de tons japoneses que funcionava  com agulhas de acupunctura no nosso corpor revestindo-nos de uma calma que nos fez ficar ali um pedaço. Escusado será dizer que tudo é perto e eu arranjei lugar para o carro á porta. Sai-mos de lá para comprar uma presente ansiado há muito por um amante da natureza, ou seja , protejam-se…uma planta carnivora!!! e depois descemos até ao rio numa paisagem que se faz de uma envolvencia com tanto de tranquila como de avassaladora tal é a sua beleza. Subiamos a rua e estávamos na quinta. A tarde estava ensolarada na aldeia e os comensais viviam o Sábado tão esperado em jogos de cartas e copos de vinho a vulso. Penso que ainda sem cinemas e exposições que não nego, sinto saudades, dou comigo a pensar que poderia correr o mundo todo apenas sabendo que aqui poderia voltar, voltar a casa.

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