aqui pelo campo

A maior força consiste em admitir as fraquezas

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Ontem descobri um projecto que achei fascinante sempre através do blog que sigo atentamente de Justine Musk que tem sempre dicas de tudo aquilo com que me identifico.

Se tivessem que definir a vossa vida, ou a missão com que se vêem neste mundo numa só frase qual seria?

Garanto-vos que não é fácil e imediatamente peguei num bloco e escrevi várias sabendo exactamente delas todas o lado crucial que, á partida já é um avanço incrível, porque a maior parte das pessoas não se sabe situar em relação aos seus quereres. Não digam o contrario, isto é pura verdade!! Saber o que se quer sem ser conotado de egoísta pelos burros que não vêem dois palmos á frente do seu próprio umbigo é o prato do dia para muitas pessoas que além de sentirem o vago da vida se sentem perdidas no meio das suas emoções e da necessidade de as conjugar com a vontade dos outros, sendo esses outros muitas vezes tóxicos, por vezes mais do que até nos nossos próprios pensamentos.

“Ela caminhou para se descobrir a ela própria e não se trair jamais” (esta é a minha definição de mim própria)

1,

Quando conseguimos descobrir-nos a nós próprios já andamos anos de experiências, e se não estamos atentos as lições elas revelam-se repetitivas até que acordemos, que pode ser nunca!!

2,

Sendo eu uma mulher de acção sempre me via na minha cabeça uma mulher de braços abertos á vontade dos outros sem nunca ter coragem de me afirmar no meu próprio EU.

Ou porque aquilo que fazemos incomoda quem está ao nosso lado…
Ou porque as nossa crenças são para os outros meras “filosofias”…
Ou porque queremos caldo verde e como toda a gente quer canja e… abdicamos…
Ou porque olhamos para o guarda roupa e pensamos que aquelas calças podem desagradar a quem nos leva a jantar…
Ou porque achamos que temos de puxar a carroça porque a pessoa que está ao nosso lado se revela incapaz…

São inúmeras as violações, agressões, frustrações, e são inúmeros os feitios tóxicos que nos acompanham e, até nos dar-mos conta os anos vão passando, sublimados pelo lado bom das pessoas que nos toca, e que por vezes é mínimo em relação ao que a intimidade silenciosa de uma convivência pesada nos provoca ao longos dos anos.

…é tramado!!

Uma das coisas que descobri neste correr dos tempos e muito recentemente foi o meu timming a fazer as coisas. Momentum, outra coisa que nunca soube o significado e que agora sei que tem precisamente a ver com o timming de estar na rota certas de fazer as coisas seguir a acção…

Sempre o vi, ao meu timming, de forma negativa, sempre, ou porque era lento, ou porque não era igual aos dos outros, ou porque não dava os resultados rápidos requeridos, ou porque, ou porque, na verdade recentemente e sendo este ano o meu ano de todas estas minhas revelações onde adquiri a plataforma  para o resto da minha vida dei conta que de repente vem um e diz…vem outros e acha…vem outro e entende que…nas coisas que para nós são difíceis batalhas constantemente a ser lembradas, e andamos de seca para meca confusos entre pensamentos entorpecidos que até fazem eco dentro de nós, porque ouvir os outros é essencial, porque trabalho a minha abertura de visão com outros olhares, porque cada pessoa é boa em algo que eu não sou e como tal tenho com ela algo a aprender, mas a dada altura a pressão dentro de nós torna-se uma panela a rebentar.

Daí a minha frase ser versada sobre mim própria porque ao não me trair, não estou a enganar ninguém que comigo viva ou conviva, porque dou o meu melhor, porque o faço por amor, porque me sinto bem, porque respeito o meu timming que não é imediato, é amolecido na minha cabeça, é pensado, e nunca na vida foi repentino.

O melhor conselho que recebi de todos os que recebi, de todas pessoas carinhosas que entraram na minha vida e foi uma mar de gente numa vida que sempre se sentiu solitária no meio de uma multidão foi:

“Graça ouve tudo o que te disserem, mas no final decide de acordo com a tua intuição e não te “borres” as tomar as tuas decisões porque tu sabes como elas devem ser tomadas” (peço desculpa pela palavra feia, mas aqui esta muito bem aplicada)

Eu aplico as experiências aqui como a minha própria experiência e transmito-as porque encontro tanta gente a vive-las em paralelo comigo.

Fica aqui uma dica bem feminina para quem como eu durante anos viveu como tantas mulheres a sofrer de infecções urinarias, um pequeno excerto de um livro que recomendo

“A doença como caminho”

de Thordwal Dethlefsen e Rudiger Dahlke

A infecção urinaria (separando a infecção que já por si tem uma leitura e associada ao tacto urinário que tem outra)
O tacto urinário tem precisamente a ver com a pressão segundo estes dois médicos…a incapacidade da pessoa se libertar prontamente de situações que nos criam pressão!

Eu sou assim, sem duvida, demoro tempo, lá está, o meu timming e na medida do meu crescimento agora muito menos porque ganhei uma bagagem de analisar de imediato quando algo não esta de acordo com a nossa natureza pela analise do que sentimos, o que afinal é tão simples!!

“A bexiga é o recipiente no qual todas as substancias rejeitadas pelos rins esperam para ser expelidas do corpo sob a forma de urina. A pressão provocada pela urina acumulada conduz, após algum tempo, á evacuação que acaba por proporcionar a sensação de alivio. Todos sabemos, por experiência própria, que a vontade de urinar está relacionada frequentemente com determinadas situações. Costumam ser sempre situações em que o individuo se encontra sob alguma forma de pressão psíquica, seja por ocasião de um exame, de um tratamento…um relacionamento impositivo…a pressão vivida antes de mais no plano psíquico, passa para o plano físico e manifesta-se na bexiga…” o resto deixo para lerem porque este livro é fundamental para entender as doenças físicas que antes de mais nada são manifestações psíquicas retidas, não resolvidas, não conscientes ou até sim, porque a doença física revela-sr quando a cura psíquica já esta a ser feita só que por vezes já se revela tarde demais.

Para evitarem as infecções urinarias perguntem-se a que coisas na vossa vida já sem utilidade se agarram apesar de precisarem de as mandar embora?

Isto pode mexer com tanta coisa na vida das pessoas, mas viver na infelicidade de nos trairmos a nós próprios  é na verdade o maior disparate da humanidade.

Obrigado por lerem!

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