aqui pelo campo

Fazer aquilo que viemos aqui para fazer

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Ultimamente, eu que nunca fui grande leitora devoro livros (não deixando de dizer que é preciso tambem saber parar) , o meu maior prazer é trazer um no saco, levar dois para a cama, trazer aquele livro especial da Fnac, e sobretudo ir fazendo os “links” de tudo o que vou lendo e chegar a uma unica conclusão e, essa conclusão mudou a minha vida, faz-me acordar e dizer “VAMOS A ISTO” com um sorriso na cara e com o sol a brilhar dentro do meu peito, mas sobretudo e acima tudo, saber que são coisas que não posso guardar só para mim portanto aqui fica mais um pouco:

Há uma parte que já percebi há algum tempo. Que aquilo que fazemos, aquilo que procuramos dentro de nós, aquilo que nos faz realmente felizes, aquilo a que o nosso corpo responde de imediato para o bem e para o mal, aquilo que nos apelida de egoístas aos olhos de quem não vê, é aquilo que nos leva á felicidade.

Descobrir aquilo que realmente veio connosco quando nascemos como aptidão, como valor único, como algo que os outros olham e dizem que também conseguem fazer, mas na verdade somos os únicos a fazê-lo da forma especial como fazemos, é fundamental e uma obrigação perante o mundo. Não existe batalha maior para “salvar” o mundo e o planeta do que fazermos aquilo que viemos cá para fazer com toda a dignidade, contra tudo e contra todos se o nosso interior nos disser que o caminho a seguir é aquele. Independentemente daquilo que os nossos pais planearam para nós, daquilo que deixamos de lado para agradar a maridos, ou que sacrificamos em função dos filhos.
Ponto 1 os maridos não respeitam quem não se respeita a si próprio
Ponto 2 os filhos partem e nos ficam na m…
Ponto 3 viveremos sempre com uma enorme lacuna e no final todos olharam pela suas vidas menos nós.

Isto não é uma postura egoísta, é uma postura justa, e essencial, para criar famílias equilibradas, casamentos felizes e carreiras realizadas. Para passar para os nossos filhos que eles são capazes porque nós também fomos, sem a carga negativa habitual, para os incentivarmos quando as estradas são difíceis porque as escolhas não são fáceis sendo por vezes  preciso deixar tudo para trás.

Existe um momento em que tudo vem ao de cima e nos acende uma chama ou afunda de vez e nos leva junto.

Esta é a minha versão do artigo que li esta noite de Justine Musk, numa versão muito reduzida de um artigo que acho obrigatório ler para quem tem filhos, vidas infelizes, passa a vida a abdicar de si para agradar aos outros pensando enganosamente que dar é receber quando na verdade é apenas medo de seguir em frente e criar á nossa volta quem realmente interessa.

É acima de tudo dar ao mundo o nosso melhor e ajudar a melhorá-lo dessa forma.

Para lerem AQUI.

Fundamental ler tambem

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