aqui pelo campo

Uma mão cheia de nada é tudo o que é preciso!

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Hoje apetece-me deixar aqui uma das fotos que mais adoro no facebook de um amigo. Uma senhora aqui da aldeia apaixonada por flores e o filho na sua venda deliciosa!
Friends
São 8,30 da manhã e ao fundo, lá na quinta, já ouço a Adélia com a sua boa disposição habitual a preparar-se para apanhar as folhas que avisam que o Outono está a chegar. O frio já se faz sentir aqui no campo e a Serra acorda emplumada de leves plumas brancas que pousam nela com delicadeza. O céu acorda raiado de vermelho, lindo. É assim o meu acordar hoje depois de uns dias fora do blog. A vontade de escrever vinha mas o sono sobrepunha-se e a necessidade de dormir ainda mais. 
Todas as semanas de um ano que passou desde que mudei de casa, tomei alguma decisão que me fez dar mais um  passinho na direcção daquilo que eu quero. Os dias já não são entremeados de tristes acordares e a boa disposição avança dias após dia.
“Do what you love and the rest will come” 
Foi a frase com que acordei hoje ao abrir o facebook.
Fechada no atelier, rodeada destas madeiras velhas de tantos anos que adoro… e afastada do telemóvel vou trançando as certezas de que isto tem de ser verdade. 
Ontem falava com uma amiga (quase irmã …ela linda e citadina e eu uma indigena apaixonada pelas hortas) e dizia-lhe que nestes dias em que me fechei aqui ganhei tanto em termos de certezas.

Dizia ela :

Já viste Graça a quantidade de coisas que fizeste e construis-te este ano?”
Foi precisamente aquilo em que pensei.

O meu percurso está a mudar como se eu tivesse chegado a uma encruzilhada daquelas com alminhas iluminadas que tanto adoro que afastam todos os males, e guinou para o lado daquilo que amo e que corre dentro de mim como sangue me corre nas veias. Algo que faço em catadupa, onde as ideias me jorram, em que eu tenho de seguir. A certeza de a minha vida ser uma vida de trabalho árduo para chegar aos meus objectivos é agora um caminho tranquilo.
Um caminho de amor
Deixo um artigo escrito por uma amiga que, ironia do destino ou não, tal como eu é do Porto e vim conhecer aqui a Forjães, mudamos na mesma altura, caminhamos juntas durante um ano e depois cada uma seguiu o seu caminho. Mas ambas com um denominador comum, a luta por aquilço que amamos fazer.
Cada uma deu os seus passos e agora reunimo-nos novamente para falar dos sucessos.
Resumindo e concluindo, quando não se faz aquilo que se gosta, quando não somos aquilo que somos quando estamos sozinhos, sem influencias exteriores,…então algo tem de mudar. Quando mudar torna-se muito melhor.

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