aqui pelo campo

Missão rir

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Sintra 2012Sintra 2012
Hoje passei por alguns blogs e dei com eles fechados para férias! Ponderei em fazer isso no meu mas deve ser aquela velha máxima de que, o fruto proibido é o mais apetecido, porque, quando penso nisso mais vontade tenho de escrever. Estes dois últimos meses, num ritmo mais lento porque preciso de descansar e, quando me sinto fisicamente cansada a inspiração não vem. Foram uns dias magníficos estes últimos que tive. Disseram-me tanto em tantos aspectos, quase como que, tal como disse uma amiga, grávida de mim  me estivesse anos a conter.  O tempo agora é meu senhor e eu disponho dele sobejamente. Vou onde quero, faço o que quero. Penso e faço. Não faço pelos outros o que não me faz feliz!
Tenho ainda tanta coisa dentro de mim que se arrasta como um peso que preciso libertar. As vezes é complicado. Sou uma pessoa dada a sonhar, sonhar no verdadeiro sentido de sonho a dormir que serve de direcção e penso que apartir de Setembro darei inicio a algo que tenho bem presente, simplesmente não sei como pegar. Começo a ganhar direcção… Como vamos de ferias, embora por aqui deixo dois livros no ar. Livros que irão certamente suscitar muitos antagonismos, esperando no entanto que cheguem as mãos certas pois são escritos a pensar nessas pessoas, naquelas que se lembram de ir de propósito busca-los á livraria porque de repente sentem que tem de os ler!! Essas!!
A porta do infinito de Carlos Castaneda é um dos que há muito tinha aqui á espera de lhe pegar. A doença como caminho de Thorwald Dethleesen e Rudiger Dahlke. Este ultimo parece-me um livro especial num tema que não é para mim novidade mas que mudou a minha forma de ver a doença. 
A ida a Sintra foi em tudo especial. Ri-me de forma terapêutica todos os dias com alguém que deu a volta na vida com tal mestria e que, ainda assim  põe toda a gente a rir. Qual maior acto de confiança do que este. Ser capaz de rir ao fim de experiências que nos derrubam a vontade de viver? Conheci pessoas que me olham além daquilo que sou, e que é, simplesmente eu, penso que alguém sem grandes ambições em termos materiais mas muitas em termos de dádiva e conhecimento. Dei uma aula de aguarela que me encantou de sobre maneira, tive uma mesa cheia de amigos que saíram de lá com vontade de mais. Dei uma aula de crianças de uma liberdade total, algo que nem sempre consigo! Regra geral no momento acho que não estou a dar o meu melhor, mas quando vejo o resultado no final encanto-me com a dita liberdade infantil em que eu e amigos e um pai também participaram.
De regresso ao meu campo com muitas saudades, a horta estava cheia de ervas e saudades do seu dono e estes assuntos são para um outro post. Volto na medida das minhas possibilidades durante este mês que dedico a acabar alguns trabalhos , magicar outros mas sobretudo ter a liberdade de descansar.
Sintra 2012

S. Julião

Untitled

A do antonio e a minha

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