aqui pelo campo

Tou a caminho

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Já devem ter dado conta que estou a precisar de entrar em ferias, acho que nunca como este ano. Foram tantas as mudanças, tanto o foco no meu trabalho e tanto o esforço para me manter óptima e  acordar para os dias com um sorriso na cara, sempre, que acabei por fazer isso de forma automática dando conta que de facto somos como gravadores porque a memória grava tudo e a tudo se adapta e agora quando acordo os meu pensamento é automático. Estou esta semana a preparar a minha ida a Sintra já com partida na sexta feira, e tenho além disso visitas e miúdos de férias e é tanta a informação que ontem senti-me inoperante acreditem. Rendi-me aos sinais e deitei-me numa cama de rede debaixo de um diospireiro, pousei o livro no colo e adormeci na brisa fresca marítima de um dia de muito graus.
Estou a terminar o meu livro sobre José e Pilar e, como adoro estas coisas fui buscar um que, de link em link, há muito tinha vontade de espreitar, e, curiosamente acreditando que os livros no escolhem a nós, ao desempacotar os livros do meu filho mais velho como que por magia ele estava lá. Termino Julho e entro em pelo menos três semana off com “A porta para o infinito” de Carlos Castaneda. Já explorei e adorei e estou entusiasmada. São assuntos que adoro e vai dar umas belas tardes na cama de rede a ler na companhia de quem gosto.
Quanto a Sintra estou entusiasmada, já tenho tudo preparado e acho que vai ser um dia em cheio, muito bem passado. Para quem vai ao meu atelier de aguarela e passa por este blog eu peço que abram o vosso material em casa, e o explorem para iniciarmos o nosso workshop com essa parte já feita, mas se não lerem também não há stresses e, aliás e por falar nisso, para quem participa nos meus workshops de aguarela o mote é NÃO COMPLICAR aviso já. Nós temos por natureza um complicometro dentro de nós e a aguarela é susceptível, de o activar ainda não percebi bem porque mas a verdade é que toda a gente tende a levar esta técnica demasiado asério e é isso que vamos desmistificar. De resto deixo-vos os meus parabéns por terem dado o passo de virem ver como se faz porque vai de alguma forma mudar a vossa vida para melhor. Todo e qualquer passo no sentido da realização é um passo de gigante e, mesmo que saiam de lá a achar que não tem jeitinho nenhum e que estão de facto bem como médicos ou advogados a ideia é ouvir a leveza que pintar nos trás quase como uma meditação. Acho que tenho a capacidade de vos transmitir isso e se formos só por ai acreditem já valeu a pena.
Deixo-vos algumas imagens do ultimo atelier ao ar livre que fiz aqui no meu campo. Começou pela vila de Fão na beira rio, seguiu-se um almoço com tudo da quinta …e do restaurante ao aldo!! e aseguir subimos o monte da Senhora da Guia para espraiar as vistas sentados em vários penhascos num cenário absolutamente inspirador. Ouvi-a eu lá ao fundo
“Ohhh Storaaaaa acho que me vou dedicar mesmo de alma e coração á minha profissão porque não tenho jeitinho nenhum” …ihihihih isto no meio de muita gargalhada em que descarregamos umas baterias. Foi o máximo.

Watercolour plein air workshop

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Plein air watercolourwatercolour plein air

Um pensamento sobre “Tou a caminho

  1. Graça! Boas férias e bom descanso para depois, cheia de energia, retomar todos os projetos criativos. Ana Quartilho

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