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O jogo que mudou a vida de Walt Disney

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Happy

Hoje acordei despertada por um trovão gigante que atirou a luz da quinta abaixo, e, primeiro que eu corresse todos os contadores, resignei-me achando que era geral. Sentei-me tranquila a ler, a tomar o meu café, refeição que mais adoro de todas as do meu dia e resolvi fazer um jogo de Walt Disney,. Este homem era uma dos que conquistou enorme sucesso sabendo que tudo na vida tem um retorno ao nível daquilo que pensamos. um processo que, quando se inicía nas nossa vidas é moroso, cansativo, passível de desistirmos ante as adversidades mas que, uma vez assumido como um comprometimento muda tudo á nossa volta. Noto cada vez mais mais pessoas a viver segundo estas “novas” leis do vem viver e sei que não vamos ser nos a usufruir das mudanças que daqui advém, mas sim as próximas duas gerações ou seja, a do meu filho António sobretudo. Isso dá-me ainda mais força para continuar e, voltando a Disney e ao seu “Jogo do contente”, ele fez um filme baseado precisamente neste jogo chamado Pollyanna. 
Comecei então o meu dia a jogar este jogo e, é o desafio que vos deixo hoje. 
Aviso já que não é fácil embora pareça. Já passei por muitas situações na minha vida de maior ou menor grau de intensidade apesar de toda ela ser geralmente uma vida intensa, mas todas elas me fizeram aprender e sobretudo dar-me conta das batalhas que venci. Sei que por exemplo, a minha vida profissional é e será sempre uma luta de batalhas vencidas e, hoje sei com plena confiança que quando algo nela afrouxa é porque está na altura de eu dar o próximo passo e isso não me desilude de todo, muito pelo contrário, dá-me ainda mais força porque sei que estou a chegar a um ponto em que vou saber exatatmente aquilo que me vai dar tudo o que preciso. Lembro-me muitas vezes do discurso da J.K. Rowling na abertura de um ano numa universidade Americana em que ela diz que embora sempre sabendo aquilo que queria fazer, e tendo para isso , ás escondidas dos pais desobedecido as suas ordens e, quando se foi inscrever na universidade, em vez de ir para o curso á muito sonhado pelos pais, mudou de corredor e seguiu para literaturas e eles só souberam quando ela se graduou. Lembro-me de a ouvir dizer que quando casou, falhou, que estando numa situação em que aquilo que a distinguia de uma sem abrigo era o simples facto de ter um tecto porque não tinha dinheiro, para nada, via-se e desejava-se para pagar as contas e jantou muitas vezes pão com salsicha com a  filha, que foi ao fundo do poço e dele se reergueu sabendo que tinha um dom, que era escrever, uma máquina de escrever velha e uma objectivo e, munida de disciplina e focus escreveu o Harry Potter e a sua vida mudou apelidade pela imprenssa como um conto de fadas. Nunca mais me esqueceram estas palavras dela, tão similares a muita da frustração que eu sentia, tão similares ao fundo do poço no qual uma dia me sentei ante o desespero dos meus filhos sem saberem o que fazer e a força que de dentro me veio de tal forma objectivada que hoje me faz estar aqui a escrever isto, numa casa que adoro, com eles ao meu lado felizes e a lutar pelo equilíbrio da minha vida profissional.

Nao falo mais deixo aqui o Jogo do contente.

Peguem numa situação por resolver na vossa vida, seja ela, um casamento, a falta de trabalho, uma doença, etc …e em vez de se lamentarem constantemente olhem de facto para tudo aquilo que ela vos trouxe de positivo. Parece fácil, mas nao é aviso já! Vou dar um exemplo com a minha propria experiência.

Escolhi a minha vida profissional e financeira

Estou contente porque:

1, …Porque a minha actual situação me fez saber que tenho pessoas que me ajudam e descobrir os amigos que ficam nas adversidades!

2, …Porque me fez tomar importantes decisões que mudaram o rumo da minha vida.

3, …Porque me fez ser criativa e inventiva e descobrir constantemente formas de dar a volta as situações.

4, …Porque me fez criar uma comunidade de pessoas á minha volta que se inspiram com aquilo que faço.

5, …Porque me esta a ensinar a gerir as minhas finanças e a não gastar naquilo que não é necessario por impulso de prazer momentâneo.

6, …Porque me fez perceber que já passei pelas  maiores adversidades e medos e que lhes resisti, estou viva, não perdi o amor dos meus filhos e nunca lhes faltou comida na mesa.

7, …Porque me tornei consciente que quero ser uma mulher independente, não depender de ninguém.

8. …Porque me aproximou da minha mãe numa relação muito mais de amiga do que de mãe e filha.

9. …Porque me fez ganhar uma enorme resistência aos sentimentos de pânico e que me faz viver uma situação de aperto com plena tranquilidade e confiança de que sou capaz de lhe dar a volta

9, …Porque por estar a lutar por aquilo que amo fazer me dá tempo para desfrutar do crescimento dos meus filhos e da sua vida diaria.

10, …Porque me fez ser objectiva, focada, metódica e disciplinada.

11, …Porque quando praguejo em relação a uma qualquer situação desagradável imendiatamente me apercebo disso, corrigo e vejo o que fiz a custa dessa situação que de outra forma nao teria feito.

Ex: hoje falhou a luz e eu escrevi este post…á mao!


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