aqui pelo campo

Contos curtos do meu quotidiano

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Tenho-me lenbrado muito de vir aqui deixar aquelas minhas “2detreta” no meio do meu trabalho constante e imparavel e é isso que vou fazer enquanto faço a digestao do almço e me obrigo a para um pouco.

Vou deixar aqui dois bocadinhos memoraveis que já tinha escrito quando eles se passaram , mas como ando “aflita” a prepara uma exposição, a reunir informação nas minhas portas dos armarios da cozxinha para escrever um livro e a desenhar embalagens de chá…ainda nao tinha tido tempo.

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“Estamos ambos na mesa, rodeados de livros, revistas, coisas que quero com o tempo ler e desfrutar e que se mantém perto de mim.
O António lê a sua Monocle excitado com as coisas pelas quais eu que eu passei e nem liguei, e, vai desfilando o seu já longo conteúdo de menino leitor. Eu, pelo meu lado faço algo que já não é muito meu habito. Vejo a ultima Casa Cláudia que comprei de propósito para guardar a casa da Catalina Estrada em Barcelona e leio o seu percurso de trabalho diário, assunto que sempre despertou o meu interesse foi saber os hábitos de trabalho de pessoas que admiro e que já regra geral notáveis. Ross Lovegrove acorda todos os dias ás cinco na manhã para iniciar o seu dia e responder a emails…há anos quer seja semana ou fim de semana.
Quando, embuida nos meus pensamentos nos vejo banhados pelo sol, ocupados cada um da sua leitura limito-me a sorrir porque esta casa alberga toda a minha alegria de ser aquilo que sou agora sem qualquer interferência. Momentos curtos que quero preservar na memória para sempre”

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“Depois do atelier que prova que a força de vontade própria e, a beleza do ritmo de cada um, em que o interior se desfaz em tintas no papel transparecendo a calma, a suavidade bem como o vulcão que há em cada um de nós, que se torna um êxito para espanto de cada participante que se alegra com o seu feito heroíco, vou almoçar com a minha mãe de seguida e acabo o meu almoço, antes de regressar á minha solidão campestre que me é tão necessária, sentada na Fnac, lado a lado com a minha mãe, ambas com  o mesmo livro, mas cada uma com o seu, o ultimo de Helena Sacadura Cabral. e, silenciosas a ler cada uma aquilo que pela sugestão dos títulos de curtos contos a cada uma mais toca. Um momento que, tal e qual, talvez não se volte a repetir e que tive o prazer de fixar na memória e deixar escrito”

My place at the best time of the year! My place at the best time of the year!

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