aqui pelo campo

As minhas gentes*

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Hoje trago aqui uma reportagem muito especial! Eu, que trago aqui São Paio tantas vezes, bem dentro do meu coração, pela sua beleza rude e em muitas partes inalterável, cheia de charme campesino, esqueço-me da minha terra de adopção que é Forjães, onde fui recebida com tanto carinho por vizinhos que mal me viram quiseram conhecer. Que me deixam carinhos á porta e, chegada eu do Porto, por vezes cansada me recordam que estou no campo, com um saco de suculentas maçãs tiradas da árvore, que grata as tomba no chão. Courgettes que enriqueceram, a minha gastronomia, e tudo isto a libertar um cheiro de lenha campesino que me acompanha por onde quer que eu ande, seja quem for que visite, onde quer que pare a tentar captar esta beleza, mas onde não consigo gravar o cheiro, porque adoraria deixá-lo aqui , para que, quem vive na cidade privado desta maravilha o pudesse desfrutar.
Foi um fim de semana calmo, ainda está a ser, de caminhadas. A água já corre estrada a baixo, entre Forjães e o  alto de São Paio por onde caminho, leio um pouco e depois o regresso é garantido pelo estradão rodeado de campo já ceifado e bem regado. O vinho já está doce e nas pipas, para aquecer os invernos, e os serões já Outonais adivinham o encanto do cheiro a terra molhada, coberto de ouriços e pequenas azeitonas que não resistiram aos mau tempo e que cobrem as beiras da estrada de verde intenso. É tudo isto que tento fazer-vos sentir e o carinhos dos amigos que aqui vamos visitando, pessoas de trabalho que nos deliciam com as suas iguarias sempre com um sorriso na cara e uma palavra amiga saída do coração.
E como hoje já repararam que,  o regresso do almoço inundada em tudo isto me deu inspiração, vou-vos mostrar os encantos da simplicidade, que nos mostra com orgulho que com pouco se tem fartura, que nos faz repensar os nossos propósitos e tirar conclusões. Estas fotos vão encher o coração dos filhos distantes que, á procura de uma vida melhor deixam para trás a saudade de uma mãe sozinha que pela sua simpatia vive rodeada de carinhos e vizinhos.
Aqui fica as minhas gentes que muito aprecio*

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E continuando, agora por Alvarães, terra que acho linda e muito asseada fomos almoçar aos amigos que aqui fizemos, Portugueses, Brasileiros, o carinho é o mesmo…

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“O Pombo” é um restaurante de grelhados em Alvarães onde se fica nao só para almoçar , mas também para, pela tarde conversar.

Um pensamento sobre “As minhas gentes*

  1. Olá Toni, estás a rir-te para mim? Como o teu sorriso me encanta! A tua mãe ARTISTA virou as costas e eu queria dizer-lhe como me admira a facilidade com que ela conquistou essas gentes simples e puras que, com o seu pouco conseguem viver com fartura. E demonstram, está bem claro, como admiram a nova campesina que os encanta e lhes vou alegria com a sua maneira de ser simpática e que sabe tão bem conquistar os corações.

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