aqui pelo campo

Um dia sem "sentimentos de culpa"*

3 Comentários

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É ou não é frequente passarmos os dias a culpabilizarmo-nos porque estamos a fazer isto e devíamos era estar a fazer …aquilo??
Pois, a verdade é que hoje de manhã estando eu a debater-me com um vou, não vou, caminhar… quando tendo-me apercebido disso, institucionalizei o meu dia como, “Dia sem sentimento de culpa” e lá fui eu. Vocés tem de fazer o mesmo, porque o dia foi delicioso, inesperado, irritante, ou seja, teve todas as nossas facetas, alegrias, angustias, e muito mais, espelhadas e, é esse dia que vou contar aqui para vos pór a rir um bocado num dia meio de chuva.
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Acordar ás 6,15…murrinhar até levantar eram 7h …(primeiro sentimento de culpa)…”ai, já é tarde porra” saltei da cama e num passe de quase mágica estava a levar os miudos quase empurrados, tal como eu, á escola a horas mas, felizes e divertidos. Passei e, pelo caminho trouxe um amigo para o trabalho… e rumei ao Castelo para levar comigo musica e ir a sonhar Sampaiar. (depois do segundo e ultimo sentimento de culpa) Aqui caminhei ao som, do Seal, Vanessa da Mata, Diana Krall, uma dia fresco, enevoado, perfeito para o que se seguiu. Parei no monte de São Paio para ver as vistas e paraceu uma amiga…conversa, galão, disfrutar, aí as horas… (terceiro senti…,ai este já nem chegou ao fim !!) e então o resto do dia foi a desfrutar a companhia, a conversa agradável e o campesino palrar sobre tempo, dos locais comnosco, “aves raras” um almoço de feijoada, quase um namoriscar, o seguir a casa, o ver a casa a torar-se realidade, o simpático electrecista que já conhece os cantos com uma camisola que até ia bem com a cor nova da parede, um sair repentino e um novo voltar entre o amor do campo e as tarefas habituais, aqui o dia me foi envolvendo. Cheguei a casa inspirada pela chuva , calcei galochas e toca a deitar relva em muitos metros2 de terreno que julguei bem menores antes de lhes deitar o ancinho e ficar vermelha como um tomate de folego e felicidade, porque tudo na nossa cabeça se esvazia com o acto de “agricultar”…Então, aqui começou o inesperado que aqui vou resumir. O conhecer do meu vizinho de “maus” afinal “bons” figados… que me encheu um balde de uva moranga, segundo ele, é remédio , cujo cheiro aqui em casa nos invade as narinas, e ficamos amigos, eu e o Sr. Manuel que entretanto, charme activado, me ofereceu plantas para “botar” á terra e, a dada altura me disse… “ohh Dona… (ao ver-me plantar relva) …eu estou aqui em posição de lhe dizer, e por acso até estou no sitio certo, para lhe dizer que bocé faz muito bem em plantar a relva mas, debia ,..ó butar o ancinho aseguir porque a terra toma conta da semente e o orvalho da noita bota jeitos e toma conta”…claro que assim fiz agradecida e segui metro a metro acompanhada a Dona Emilia que se diverte com os meus disparates em nome de Graça Paz e que curiosa me perguntava como era possivel eu ter recebido uvas de um homem que não dá nada a ninguem!! ao que eu lhe respondi que era charme Portista deixando-a a rir á gargalhada e a dizer, “Ohh Dona Graça, boce é toda dibertida.“ faz-lhe bem a enchada…” … é por-lhe uma enchada na mão!!

Era já noite escura quando acabei e recordei o meu dia aqui comvosco, e que além de tudo isto, ainda teve um “roubar” de flores amarelas e um fotografar as vindimas da uva farta deste ano que vai dar bom vinho carrascão e água ardente a seis euros o litro, e cujos aldeo~es alegres oferecem enquanto contentes, perguntam se os queremos fotografar a trabalhar ou em conjunto!

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3 pensamentos sobre “Um dia sem "sentimentos de culpa"*

  1. Ah Ah Ah Ah Ah Ah………….Na verdade tens razão, é mesmo para rir. Não sabia que tinhas tanto jeito para falar "forjanense" onde abundam os "b". Um vizinho com maus fígados deu-te uvas!!! Ummmmmm—coidado" quéquelequer?????Na verdade viraste esse campo de pernas para o ar…MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

  2. Eu fico-me pela dita cuja naturalidade natural da citadina que virou campesina porque, bem no fundo, era isso que estava na sua alma leve e Naturalíssima da Costa, quiçá bem oculto há alguns anos.Voltarei amanhã – Se Dios lo quiere – para mais um 'pouquinho' (bem grande!) de "cousas lindas" afim de manter a minha "Mens Sana in Corpore Sano".

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