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Seydou Keita

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A descoberta das fotografias de Seydou Keita foi um acaso feliz. As que foram apresentadas na Fondation Cartier foram realizadas em Bamako, Mali entre 1950 e 1977. Chegam-nos hoje e impõem-se com uma evidência rara. O que é fascinante, talvez, é a sua extrema elegância e a simplicidade que delas emana. Os jogos de motivos, nomeadamente os do vestuário e dos fundos, criam composições abstractas onde, por vezes, surge um rosto, um ombro,umas mãos. Sofisticação e requinte também nas poses e nos pormenores: como aquele sapato pousado no vestido de uma mulher. É nessa elegânca que calmamente se instalam os modelos e é então que uma verdade, uma autenticidade, uma ternura, irradiam dos seus rostos. Ficamos a dever a André Magnin a sorte de ter descoberto a obra de Seydou Keita, a Jean Pigozzi a generosidade de emprestar as fotografias expostas, a Seydou Keita o prazer de apresentar a sua obra em Paris.
Hervé Chandès
Conservador da Fondation Cartier pour l’art contemporain Paris,
Outubro de 1994

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